Da Planta para a Prática: Ferramentas e a Arte da Traçagem

Agora que você já domina a Simbologia e Leitura de Projetos (LID), chegou a hora de entender como transformar aquelas linhas do papel em estruturas reais. No mundo da montagem de infraestrutura elétrica, um erro de 1 centímetro na medição pode significar o desperdício de uma barra inteira de eletrocalha.

Nesta aula, vamos focar na seleção correta das ferramentas e na precisão da traçagem.

1. Ferramentas de Medição e Precisão

Antes de cortar, precisamos marcar. Para isso, o eletricista de manutenção utiliza dois aliados inseparáveis:

  • Trena (4.8): Sua melhor amiga para comprimentos longos. Lembre-se: “Meça duas vezes, corte uma”.
  • Esquadro (4.7): Essencial para garantir que os cortes em eletrocalhas e perfilados fiquem em exatos 90°. Sem ele, sua infraestrutura ficará torta.
  • Nível de mão (4.10): Para garantir que a instalação aérea ou aparente não fique inclinada.

2. Ferramentas de Corte e Acabamento

Com tudo marcado (traçado), passamos para a ação mecânica:

  • Arco de Serra (4.1): Exige postura e ritmo. Ótimo para cortes rápidos em eletrodutos metálicos.
  • Serra Tico-Tico (4.2): Agilidade para cortes em eletrocalhas metálicas. Requer atenção redobrada à segurança.
  • Lima (4.6): A ferramenta do acabamento. Todo corte gera rebarba; a lima garante que o cabo elétrico não seja cortado pela aresta viva do metal.

3. Planejamento Socioemocional: Autogestão

A escolha da ferramenta errada não apenas atrasa o trabalho, mas pode causar acidentes. Ter autogestão é saber preparar seu “kit” antes de subir na escada. Você tem tudo o que precisa na sua bolsa?

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